Mitos e verdades sobre o aleitamento materno e a saúde do seu bebê

Todas nós sabemos que a amamentação é essencial para a saúde e o desenvolvimento do bebê. Mas, diante de tantas informações a respeito do tema, muitos mitos são divulgados como verdades na mídia e nas redes sociais.

Para não ficarmos em dúvida sobre o assunto, informação e conhecimento são fundamentais. É necessário desmistificar algumas teorias já difundidas na cultura brasileira e em notícias de fontes não confiáveis.

Pensando nisso, preparei este artigo, que vai esclarecer 6 mitos e verdades sobre o aleitamento materno. Continue lendo o conteúdo e comece a mudar agora a sua visão sobre a amamentação!

1. Meu leite está fraco para nutrir o bebê

Mito! Não existe leite materno fraco ou “ralo”. Independentemente da forma ou da cor, o leite que a maioria das mulheres produz é totalmente capaz  de nutrir seus bebês.

Por isso, não interprete o choro ou a frequência de mamadas do seu filho como sinais de fraqueza ou insuficiência do leite que você produz. Se o ganho de peso não estiver dentro do esperado, se o bebê não se mostra saciado após as mamadas ou se as eliminações fisiológicas não estão adequadas, é possível que esteja havendo um manejo incorreto da lactação, não tendo relação com a qualidade do leite produzido.

2. Meu corpo não está produzindo leite suficiente

Mito! A maioria das mulheres, na verdade, têm capacidade de produzir leite suficiente para seus bebês. O volume de leite produzido vai ser de acordo com a demanda da sua criança, já que a sucção e o esvaziamento da mama estimulam a lactação.

O que pode acontecer, em muitos casos, é que o processo de amamentação está sendo feito de forma inadequada. Passar o bebê muito rapidamente de um peito para outro, durante a mamada, por exemplo, não é indicado. Isto porque o bebê deve esvaziar completamente uma mama para, depois, começar a mamar na outra.

3. A sucção do meu bebê estimula a produção de leite materno

Verdade! A sucção do bebê estimula terminações nervosas no mamilo que participam do mecanismo de produção da prolactina, hormônio responsável pela produção de leite.

Então, grande parte do seu leite é produzido durante a própria amamentação. Quanto mais vezes ao seu bebê mamar, mais leite você produzirá.

4. Fiz redução mamária ou coloquei silicone e não posso amamentar

Mito! A mãe que fez cirurgia nos seios, seja para diminuir, seja para aumentar, não está impedida de amamentar, se a estrutura das mamas for preservada durante tais procedimentos. Nos casos de redução, pode haver retirada de tecido mamário, comprometendo a produção láctea. No entanto, cada caso deve ser acompanhado individualmente para que possíveis dificuldades encontradas nesse processo sejam devidamente solucionadas.

5. Não é preciso criar uma rotina de mamadas para o bebê

Verdade! A orientação do Ministério da Saúde é de que o bebê seja amamentado sob livre demanda. Isto significa que a criança deverá mamar com frequência, sem regularidade de horários.

No geral, um bebê em aleitamento materno exclusivo mama de 8 a 12 vezes por dia. Muitas mães, que não conhecem esse dado, acabam interpretando essa quantidade de mamadas como leite fraco ou insuficiente. No entanto, como expliquei acima, o leite ralo e em pouca quantidade é um dos muitos mitos do aleitamento materno.

6. O tamanho das mamas não tem relação com a produção de leite

Verdade! Muitas mulheres imaginam que os seios maiores e mais volumosos são capazes de produzir maior quantidade de leite do que os seios menores. No entanto, independentemente do tamanho das mamas, as mães são capazes de produzir a quantidade de leite necessária para a demanda de seu bebê.

Apesar de a amamentação ser um assunto muito difundido na mídia e nas redes sociais, ela ainda pode despertar inúmeras dúvidas. Neste artigo, explicamos alguns mitos e verdades sobre esse processo, que é essencial para o crescimento do seu bebê. Se você gostou desse conteúdo e quer continuar sabendo mais sobre aleitamento materno, confira a resposta para as perguntas mais frequentes sobre amamentação!

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